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Escolher qual difícil você vai sustentar

  • Foto do escritor: Rodrigo Amorim
    Rodrigo Amorim
  • 28 de jan.
  • 2 min de leitura


Existe uma ilusão recorrente que atravessa quase todos os estados emocionais difíceis: a ideia de que há um caminho fácil que estamos deixando passar.

Quando algo cansa, frustra ou dói, a mente tende a negociar. Procuramos atalhos, alternativas menos custosas, decisões que aliviem o desconforto imediato.


O problema é que essa negociação raramente elimina o esforço — ela apenas o adia ou o desloca.

A realidade é mais simples e menos confortável: tudo é difícil. A diferença não está entre o difícil e o fácil, mas entre qual difícil estamos dispostos a sustentar.

Evitar o esforço de mudar tem um custo. Assumir o esforço de mudar também tem.

Aprender exige disciplina.


Permanecer na ignorância cobra o preço da estagnação Construir algo próprio exige tempo, risco e frustração. Depender sempre de estruturas alheias cobra o preço da falta de controle. Cuidar da saúde mental exige confronto interno. Ignorá-la cobra o preço em sintomas, relações e decisões.


Estados emocionais difíceis muitas vezes não são sinais de que estamos no caminho errado. São sinais de que estamos no meio de um caminho que cobra algo de nós. O erro não está em sentir o peso. O erro está em acreditar que existe uma versão da vida sem peso algum.

A maturidade começa quando paramos de perguntar “como faço para

ão sofrer? "e começamos a perguntar “qual sofrimento faz sentido sustentar?”

Esse vídeo fala sobre isso: sobre responsabilidade emocional, sobre escolha consciente e sobre abandonar a fantasia de facilidade. Não para endurecer a vida, mas para torná-la mais honesta.


Porque quando escolhemos o difícil conscientemente, o peso deixa de ser ruído e passa a ser direção.


As ideias e análises apresentadas neste artigo são de autoria de Rodrigo Amorim. Ferramentas de inteligência artificial foram utilizadas exclusivamente como apoio à revisão e estruturação do texto.

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